Monday, January 23, 2017

[parentalidade] coisas a não esquecer

Há palavras que são mágicas. Que nos fazem sentir bem. Que nos melhoram o dia. Também há sorrisos, olhares e abraços. Mas as palavras... Sou suspeita porque para além de escrever adoro falar, mas acredito mesmo que há palavras que devem ser ditas.

Aos meus filhos, digo todos os dias que os amo. Acho importante saberem que são amados. O mais novo ainda não compreende, mas tenho a certeza que o sente. Ao mais velho, há essa e tantas outras coisas que acho importante dizer. Ele pode não ligar nenhuma na altura, e é um facto que isso acontece, mas na sua grande maioria ficam lá dentro e mais cedo ou mais tarde, há-de-se lembrar delas. 

Escusado será dizer que estou a falar obviamente de coisas positivas e não de "lava as mãos antes das refeições". Deixo-vos uma lista do que acho importante, do que digo e do que deveria dizer mais. Servirá também para mim, para não me esquecer nunca!

1. Amo-te (esta é óbvia)
2. Estou orgulhosa de ti
3. Eu compreendo-te
4. Estarei sempre disponível para te ouvir
5. Eu desculpo-te (aplicada a determinadas situações)
6. Fazes-me feliz
7. Adoro ser tua mãe
8. Obrigada
9. Desculpa-me (porque nós também erramos)
10. Tens razão (todos gostamos de ouvir isto, admitam!)

O que é que vocês acham importante dizer aos vossos filhos?

Aquele beijo,
Ana


Friday, January 20, 2017

[há dias assim] expectativas

O meu facebook pessoal partilhou comigo uma memória de 2011. Era isto:
"Ter expectativas é natural. O que não é saudável é ter sempre expectativas elevadas porque mais elevada for a expectativa, maior é a desilusão. E, para mim, desiludir-me é das piores coisas que me podem fazer. Embora quem, na realidade, provoca a desilusão sou eu própria por as pessoas não corresponderem às expectativas que crio delas…"

Não sei de onde retirei o texto na altura. De um blog qualquer que seguia na altura e que neste momento já não sigo - actualmente são raros os blogs que leio e são na maioria sobre parentalidade, decoração ou cozinha. Peço desculpa a quem escreveu, e caso me leia (ahaha a sério!?!?) se identifique.

A verdade é que aprendi a controlar esta coisa das expectativas, mas continuam num padrão ligeiramente mais elevado que o da maioria das pessoas. Não gosto de me contentar com pouco, portanto imagino logo tudo em grande. E isto acontece nas coisas pequenas, por exemplo, planear um fim de tarde. Imagino 30 mil coisas para fazer e no fim de contas fazemos uma a custo, porque eles querem é casa. E, se eu imagino um fim de semana em casa, de pijama a ver filmes e fazer bolos com eles, alguém chega e nos convida para algo e me troca as voltas. E lá vou eu, com a desilusão presa na garganta, porque não era isso que eu tinha planeado. Pela altura que partilhei isto, a desilusão não ficava presa em lado nenhum. Saía ou em forma de mau feitio, ou em forma de lágrimas. Era visível e confesso que um bocadinho triste. Já era adulta, controlar as emoções já devia estar aprendido por essa altura.

Ter passado por este processo de semana sim, semana não ajudou-me. Sempre vos disse que chorava todas as sextas feiras. Depois deixei de chorar e ficar só triste. Actualmente, o estado de espírito  é mais calmo. Tento aproveitar um bocadinho a paz. Já não choro. Aceito. Contínua a custar, e muito. Nunca me habituarei. Mas acho que sou uma pessoa mais calma, mais consciente e mais prática a resolver os meus sentimentos.

Tuesday, January 17, 2017

[ser feliz] 50 things to be happy about... parte 1

No outro dia encontrei esta imagem, acompanhada da legenda "Faça uma lista de todas as coisas que te fazem feliz nesse mundo louco que você possa consultar quando as coisas não estiverem indo bem". Achei que era um bom exercício, pararmos para pensar no que nos faz feliz. Vou fazer por partes. Hoje serão 20!


1. semanas sim
2. beijos dos meus filhos
3. ler um livro
4. lojas de tecidos
5. dançar
6. mergulhar na piscina
7. viajar
8. jantares de amigos
9. lençóis lavados
10. música
11. unhas arranjadas
12. beber um café
13. decorar bolos
14. o cheiro da roupa lavada
15. fotografia
16. o mar
17. sessões de cinema em casa
18. dormir até tarde
19. escrever
20. fazer listas

[continua]

Aquele beijo,
Ana

Saturday, January 14, 2017

[decor] baby girl

Em primeiro lugar, não! Não estou grávida. Também não estou a pensar nisso num futuro próximo, mas a vida dá muitas voltas. Também contínuo a dizer que gosto muito do meu mundo de meninos, e estou muito feliz nele.
Agora, antes de saber que o Vicente era um Vicente, viajei pelo mundo cor de rosa, pois havia 50% de hipóteses de poder ser menina. Fartei-me de pesquisar esquemas de cores que nos pudessem agradar (quer para menina, quer para menino) e imaginei várias formas de decorar o quarto de uma possível princesa da casa.
O engraçado é que tirando o cor de rosa, não fugi muito a este estilo no quarto do baby V.
Deixo-vos algumas das minhas inspirações, que, quem sabe, num futuro, ainda poderei usar. Se quiserem ver mais, espreitem o meu pinterest.


Aquele beijo,
Ana

Wednesday, January 11, 2017

[se eu fosse uma mãe cheia de estilo] e tivesse uma menina

Bem sei que vou dizendo que só quero rapazes e que, se for ao terceiro, não será à procura da menina. Talvez o pai queira, mas isso é a opinião dele. Eu gosto do meu mundo de rapazes. No entanto, não consigo não olhar para as roupas "cô de rosa", fofinhas, cheias de folhos e lacinhos. A minha mãe iria perder a cabeça (mais do que já faz!) a comprar roupinhas para a neta. Eu... eu, provavelmente também!
Deixo-vos com alguns looks que me deliciam. Se têm meninas, aproveitem a inspiração. Dá para perceber o meu fascínio por gorros?









Aquele beijo,
Ana

Sunday, January 8, 2017

33

Bem vindos 33.
Que este seja o meu ano! 2017, traz-me coisas boas!

Vamos lá celebrar a vida.



Aquele beijo,
Ana

Friday, January 6, 2017

Desejos para 2017 #06

#06
Que nos saibamos ouvir. Que nos saibamos respeitar. Que nos saibamos compreender e apoiar. Que possamos todos viver em paz. Que os sons que se oiçam sejam de paz, de calma, de amor. Que a música possa adoçar o mais amargo coração. Que a guerra deixe de existir. Que ninguém passe fome. Que o ódio seja das poucas coisas a entrar em extinção. Que todos possam viver em harmonia - brancos, pretos e amarelos, gordos, magros, altos ou baixos, cães, gatos e piriquitos, o avô, a mãe e o primo. Todos os serem vivos, em harmonia, com respeito por si e pelo próximo. Cliché? Sim, talvez! Mas cada vez mais importante.


 

Aquele beijo,
Ana